quinta-feira, 5 de dezembro de 2013


A minha essência prevalece abrindo os braços, se espreguiçando, rebentando o mundo com meus centímetros a mais. Eu me recuso a andar pra trás. Lagarta que se transmuta em borboleta não volta pra dentro da caixa; Menino que se infinita em luz, ninguém ofusca; Cigarra que assume quando canta, vira canção…

(Maíra Viana Barros em O Teatro Mágico em palavras II)

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