
O ano de 2011 está chegando ao fim. E do início dele, você lembra?
O que não faltaram foram promessas de um amanhã melhor, promessas de vivenciar novas experiências, de mudanças, de transformações, promessas de uma vida nova, promessas de cumprir promessas.
E então? o que temos para o fim do ano?
Um saco sem fundo cheio de promessas. Cheio de intenções, cheio de pretensões, cheios de “quase”, de talvez.
Você fez o que planejou? Pintou mesmo a casa? Concertou a torneira? Fez aquele regime que iria iniciar na segunda? Esforçou-se para aquela viagem de férias? Abraçou aqueles que ama e procurou valorizar o que tem? Deu mesmo o melhor de si em seu trabalho? Você fez tudo novo de novo ou reclamou da vida no primeiro obstáculo? Lutou ou se deixou abater? Enfrentou a situação ou fugiu dela o tempo inteiro? Buscou compreender os outros ou julgou pela primeira impressão? Tornou-se mais humano com as experiências da vida ou ignorou-as como sempre fez? Cresceu enquanto pessoa ou tornou-se ainda mais egoísta?
Pronunciamos palavras soltas mencionadas no calor de um momento feliz, palavras pronunciadas em quanto o ano se vai. Palavras. Boas palavras, mas apenas palavras. Palavras que exaltam a beleza e o deslumbre de um ano que vai começar, mas que são esquecidas ao decorrer dele.
Hoje posso assegurar-lhe que crescer como pessoa não depende dos anos que vão e vem. Mudanças não dependem de fogos de artifício, realizações não dependem de e festas para celebrar. Depende de você fazer isso dia-a-dia, e pode ser na metade do ano, no início ou até mesmo no fim. O que importa é fazer.
Neste ano gostaria de fazer uma proposta:
Sem promessas, sem palavras.
FAÇA. FAÇA ACONTECER, FAÇA VALER, VIVA E DEIXE VIVER!
Nada muda se VOCÊ não mudar.
— Ana Paula Medeiros
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